REGRAS ESPECIAIS DE HOSPEDAGEM DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

 

Em virtude do atual cenário provocado pela pandemia do Coronavírus (COVID-19), preparamos este protocolo de funcionamento com muito cuidado e atenção. Considerando os decretos de âmbito estadual, municipal e, atendendo as orientações dos órgãos governamentais, de classe e de saúde pública, com a intenção de seguir proporcionando uma experiência única, acolhedora e segura para nossos colaboradores e Hóspedes. 

Para que tenhamos sucesso nesta experiência é preciso que todos respeitem rigorosamente as medidas a seguir:

 

1. Da Operacionalização do Hotel

1.1 O funcionamento do estabelecimento está submetido a este Plano de Contingência para enfrentamento da pandemia de COVID-19, que foi apresentado e avaliado pelo Centro de Operações de Emergência (COE).

1.2. O estabelecimento deve operar dentro da capacidade máxima permitida pela bandeira vigente.

1.3. O uso de máscara é obrigatório para funcionários e hospedes dentro das dependências do hotel. Assim como demais EPI’s, quando for necessário.

1.4. Fica proibida a abertura e, por conseguinte, a utilização dos espaços coletivos das áreas sociais, lazer e conveniência, tais como piscinas, ofurôs, saunas, sala de jogos, salas de cinema ou home theater e etc.

 


De acordo com novo decreto publicado em 21 de dezembro de 2020, o setor hoteleiro da Região das Hortênsias pode permitir o uso da piscina, sauna e espreguiçadeiras. Saiba quais são os cuidados no Le Château para uso da piscina em ANEXO I, no fim desta página.


 

1.6. Manter distância de, pelo menos, dois (02) metros entre os hóspedes e funcionários durante a realização do check-in e check-out, e demais ocasiões, a fim de evitar a aglomeração de pessoas nos ambientes.1.5. As áreas de convivência externas dos estabelecimentos como jardins, playgrounds, pistas de caminhadas e outros poderão ser utilizadas desde que seja observado distanciamento mínimo de dois (02) metros entre os hóspedes não pertencentes do mesmo núcleo familiar.

1.7. Realizar, sempre que possível, o check-in e pagamentos online, assim como envio de fatura, e nota fiscal de forma eletrônica, evitando impressões para entrega ao hospede. 

1.8. Deve-se priorizar o atendimento preferencial e especial a idosos, gestantes, deficientes físicos e doentes crônicos, garantindo fluxo ágil, de maneira que se reduza a permanência dessas pessoas na área de atendimento da recepção.

1.9.  Evitar a distribuição de folders, revistas, jornais e materiais gráficos aos hóspedes.

1.10.  Os veículos devem ser estacionados pelo próprio hóspede ou cliente. 

1.11. As bagagens devem ser desinfetadas na chegada do hotel. Assim como qualquer material ou objeto que for entregue ou emprestado ao hospede durante sua estadia no hotel.

1.12. Manter abertura de ar para ventilação natural e dar preferência por outros sistemas de climatização de ar, calefações e lareiras.

1.13. Manter na entrada do estabelecimento e em local de fácil visualização e acesso, álcool em gel setenta por cento para utilização dos hóspedes e colaboradores.

1.14. Realize a antissepsia das mãos antes de acionar o elevador no andar e ao entrar no elevador antes de acionar o botão do andar do destino.

1.15. Manter disponível "kit" completo de higienização nos sanitários de clientes e funcionários, incluindo, sabonete líquido, álcool em gel setenta por cento e toalhas de papel.

1.16. Utilizar os elevadores, preferencialmente, individualmente, exceto no caso de casais, famílias e pessoas com deficiência visual e locomotiva.

 

2. Do Serviço de Café da Manhã

2.1. O café da manhã poderá ser servido na habitação, no jardim ou no sistema “a la carte” no salão, com horário marcado, com o fim de evitar aglomerações e respeitando-se o limite mínimo de dois (02) metros de espaçamento entre as mesas.

2.2. Caso o café da manhã seja servido no salão, deverão ser mantidos registros de controle contendo, no mínimo, o número da acomodação, a quantidade de pessoas por mesa, data e horário, além do nome do colaborador, e a disponibilização de colaboradores específicos para exercerem a função de servir e controlar o café.

2.3. As louças e talheres deverão ser higienizadas, e com o objetivo de evitar a contaminação cruzada, o estabelecimento deverá formar kits de talheres, os quais deverão ser embalados individualmente.

2.4. Garantir a desinfecção com álcool 70% de menus, quando houver, e evitar montagem de mise en place prévia de mesas para não haver contaminações cruzadas.

2.5. Após o uso, as louças e talhares usados deverão ser retirados da mesa e encaminhados, imediatamente, para o processo de lavagem, assim como saleiro, pimenteiro, galheteiro e açucareiro e outros objetos de uso coletivo, que deverão ser desinfectados em ato contínuo.

2.6. Durante o período de operação de café da manhã, o salão para este atendimento, deve ter seu piso limpo com desinfetante, podendo este produto ser domésticos com registro na Anvisa, de acordo com a NOTA TÉCNICA Nº 22/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA, de hora em hora até o final de sua operação, quando deve passar por uma nova desinfeção de mobiliário, piso, utensílios e áreas de contato manual em sua estrutura, como já citado neste documento anteriormente.

2.7. No caso de refeições no quarto, os utensílios (pratos, talheres, copos, xícaras, etc.) devem ser dispostos do lado de fora da habitação pelo hóspede após seu término, a fim de que sejam recolhidos pela equipe de apoio do estabelecimento, os quais deverão utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPls) para recolhimento dos utensílios.

2.8. Reforçar a utilização de álcool 70% para desinfecção das novas embalagens que cheguem no ambiente de cozinha, e utilização de solução com sanitizante para todas frutas, verduras e ou produtos in natura.

2.9. Deve realizar no ambiente de cozinha, a desinfecção de utensílios, bancadas, tabuas, materiais para o processo de preparo e cocção e material utilizado para empratamento com álcool 70% a cada utilização. Deve promover a limpeza do piso com desinfetante apropriado, de acordo com a NOTA TÉCNICA Nº 22/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA, e ter sua periodicidade de limpeza aumentada durante a operação.

2.10. Em caso dos colaboradores deste setor, precisarem sair do ambiente de cozinha, deve antes do retorno, realizar lavagem de mãos com antibactericida apropriado para este tipo de assepsia.

 

3. Procedimentos da atividade de retirada e lavagem de roupas de cama, toalhas e roupas pessoais

3.1. A limpeza da unidade habitacional deve acontecer com o ambiente ventilado, deixando portas e janelas abertas e ar-condicionado desligado. Realizada pelo profissional destinado a esse fim, treinado e devidamente paramentado com os EPI’s necessários.

3.2. Para a retirada do enxoval do quarto e de banho, deve-se realizar o mínimo de agitação possível e manuseio dos materiais colocados em sacos plásticos individuais para cada UH, próprios para este acondicionamento e devidamente vedados após a retirada destes.

3.3. As lavanderias próprias e terceirizadas deverão dispor de métodos que impossibilitem eventual disseminação de agentes virais, tais como o emprego de desinfetante a base de cloro para pré-lavagem da rouparia, processo de lavagem com água quente (pelo menos acima de 40oC), processo de secagem na configuração de temperatura mais elevada possível, colaboradores com EPIs, controles internos de separação de rouparia, etc. 

3.4. Os hospedeiros não poderão admitir clientes com sintomas de COVID-19. No entanto, descobertas evidências de contágio da referida moléstia no curso da hospedagem, cessa a obrigação de manter os hóspedes assim identificados no estabelecimento, assegurada a continuidade do contrato nos casos em que permanecer o interesse para tanto, devendo observar as medidas de higiene recomendadas, a saber: que a troca de roupa da habitação seja realizada pelo próprio hóspede, que embalará a roupa de cama e toalhas sujas em sacos específicos e identificados com o seu nome, inclusive, utilizando o mesmo procedimento com suas roupas pessoais. A lavanderia devera recolhê-las (cama, banho e uso pessoal), no mínimo, 02 (duas) vezes por semana, transportando-as em carrinhos ou outro equipamento que dever ser higienizados e desinfectado após cada uso. A rouparia deverá ser levada separadamente das demais. Em caso de execução dos serviços de lavanderia por terceiros, é necessário que sejam informados os procedimentos que deverão adotados por esta pelo estabelecimento do ramo da hotelaria, quando houver hóspedes em quarentena alojados, estabelecendo-se fluxos diferenciados para o recolhimento das roupas nas habitações em isolamento. Qualquer decisão em face dos quadros verificados obriga o empresário a comunicar incontenti o fato à Vigilância Sanitária.  

 

4. Procedimentos de limpeza e desinfecção de superfícies:

4.1. Manter planilha de controle com o nome dos funcionários e profissionais específicos designados para a realização das atividades de higienização dos ambientais.

4.2. As superfícies de toque (mesas, equipamentos, cardápios, teclados, maçanetas, corrimão de escadas, botões de elevadores, telefones, controles de televisão e ar­ condicionado, interruptores de tomadas, torneiras, cofres, minibar e etc.), deverão ser higienizados, após cada uso, durante o período de funcionamento e sempre quando do início das atividades, preferencialmente, com álcool em gel setenta por cento, água sanitária ou outro produto saneante adequado e regularizado na ANVISA.

4.3. Os carpetes, tapetes e cortinas devem ser higienizados por processo que não dispense poeira ou partículas no ambiente, podendo usar água e sabão ou outros produtos de limpeza apropriado para uso nessas superfícies. Para os itens laváveis, recomenda-se lavá-los (se possível) de acordo com as instruções do fabricante.

4.4. Higienizar, preferencialmente, após cada utilização ou, no mínimo, a cada três horas, durante o período de funcionamento e sempre quando do início das atividades, os pisos, as paredes, os forros, os banheiros, os elevadores, preferencialmente com água sanitária ou outro produto saneante adequado e regularizado na ANVISA.

4.5. A higienização de cada unidade habitacional deve ser realizada com panos e aventais descartáveis, substituído a cada limpeza de quarto. Assim como o carrinho de serviço desinfetado com álcool 70%.

4.6. Na limpeza de unidades habitacionais ocupadas por hóspedes com suspeita de covid-19, o quarto deve primeiro ser higienizado com água e sabão e em seguida desinfetado com álcool 70%.

4.7. Os equipamentos de limpeza (vassoura, escovas, rodos etc.) utilizados nas acomodações de isolamento deverão sofrer desinfecção por imersão com soluções indicadas e regularizadas na ANVISA, após cada procedimento.

 

5. Gerenciamento de resíduos (lixo)

5.1. Os resíduos gerados nas habitações por hóspedes que vierem apresentar suspeita e/ou confirmação de COVID-10 devem ser segregados, identificados e acondicionados conforme legislação sanitária e ambiental, bem como recomendações e determinações das Secretarias Municipais de Saúde e Meio Ambiente.

 

6. Climatização

6.1.  Manter locais de circulação e áreas comuns com os sistemas de ar condicionado do tipo "split” limpos (filhos e dutos) e, obrigatoriamente, manter pelo menos uma janela externa aberta ou qualquer outra abertura, a fim de contribuir para renovação do ar.

6.2.  Os equipamentos deverão ter sua manutenção garantida conforme Plano de Manutenção de Operação e Controle exigido pela portaria MS n. 3523/1998, a Lei Federal n. 13.589/2018 e demais legislações.

 

7. Medidas de prevenção aos colaboradores e que deverão ser adotadas com em caso de sintomas da doença covid-19

7.1. Instruir os funcionários acerca da obrigatoriedade da adoção de cuidados pessoais,  sobretudo da lavagem das mãos frequente, da utilização de produtos antissépticos durante o desempenho de suas tarefas, como álcool em gel 70%, etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz, o uso de lenço descartável ou cotovelo ao tossir e espirrar), da manutenção da limpeza dos instrumentos de trabalho,  da utilização de máscaras caseiras, observando o correto manuseio e higienização, da higienização adequada dos uniformes e EPI’s, dos cuidados fora do ambiente de trabalho, bem como o modo correto de relacionamento com o público no período de emergência de saúde pública decorrente da COVID-19, evitando qualquer contato físico, como apertos de mão, abraços, etc. 

7.2. Os colaboradores devem estar cientes de sua responsabilidade quanto a honestidade em relação a sintomas que possam vir a apresentar enquanto prestarem serviços para o Hotel. 

7.3. A empresa deverá realizar a busca ativa diária dos colaboradores, em todos os turnos de trabalho, para identificar sintomas compatíveis de síndrome gripal, incluindo a testagem de temperatura.

7.4. Considera-se pessoa com sintomas respiratórios a apresentação de tosse seca, dor de garganta ou dificuldade respiratória, acompanhada ou não de febre, desde que seja confirmado por atestado médico. 

7.5. Em caso de suspeita de síndrome gripal e afastamento do trabalho, conforme previsto nos incisos XIV e XV do art. 5° do Decreto n. 090, de 16 de abril de 2020 (com as alterações introduzidas pelo  Decreto Municipal n° 103/2020 de 06 de maio de 2020 e Decreto Municipal n° 126/2020 de 03 de junho de 2020), os responsáveis pelos estabelecimentos comerciais do ramo da hotelaria deverão comunicar imediatamente a Vigilância Epidemiológica Municipal através do telefone 54 3295­-7100 ramal 4 ou por e-mail: coe@gramado.rs.gov.br.

7.6. Avaliar os trabalhadores que tenham tido contato direto com caso confirmado ou suspeito para adoção de medidas protetivas coletivas por 14 dias, e/ou afastamento mediante critérios do serviço médico ocupacional.

 

8. Medidas de prevenção aos hóspedes e que deverão ser adotadas com em caso de sintomas da doença covid-19

8.1. Os Hospedes devem estar cientes que serão obrigatoriamente submetidos a testagem de temperatura ao chegar no hotel. E não poderão ser admitidos no estabelecimento caso apresentem sintomas de COVID-19. No entanto, descobertas evidências de contágio da referida moléstia no curso da hospedagem, cessa a obrigação de manter os hóspedes assim identificados no estabelecimento, assegurada a continuidade do contrato nos casos em que permanecer o interesse para tanto, devendo observar as medidas de higiene recomendadas neste plano. 

8.2. Os hóspedes que apresentarem sinais e sintomas respiratórios no check-in ou no check-out ou ao decorrer da hospedagem, deverão ser encaminhados para avaliação médica, podendo esta ser prestada por intermédio de convênio ou do Sistema Único de Saúde (SUS), com comunicação imediata à Vigilância Epidemiológica Municipal por intermédio do telefone (54) 3295-7100, ramal 4, ou por e-mail: coe@gramado.rs.gov.br.

8.3. Após o encaminhamento do hóspede com sintomas para atendimento pelo serviço de saúde, uma vez sobrevindo determinação de isolamento ao hóspede e seus acompanhantes ou mesmo determinação de quarentena, tais medidas serão realizadas no domicílio do hóspede, e o contrato de hospedagem será rompido. As medidas sanitárias relativas à higienização do quarto utilizado pelo hóspede e seus acompanhantes observará o previsto neste plano.

 


ANEXO I 

- A piscina, espreguiçadeiras, ofurô, ducha e sala de massagem podem ser usadas por apenas um indivíduo ou família por vez, mediante horário marcado e com intervalo de 30min entre os usos para limpeza dos ambientes.

- A cada uso o ambiente deve ser higienizado com Álcool 70% ou outro produto sanitizante aprovado pela ANVISA. Atentando para os locais de maior contato como:

  • Maçanetas e puxadores das portas;
  • Borda da piscina
  • Escada da piscina 
  • Mobiliário (espreguiçadeiras, cadeiras, bancos, mesas)
  • Interruptores
  • banheiros
  • Vestiário
  • Ducha
  • Registro da pia e da ducha
  • Equipamentos aquáticos e boias 

-Caso haja demanda, poderá ser estabelecido limite de tempo de uso de 1 hora por indivíduo ou família.

-Recomenda-se manter sempre uma abertura de ar para ventilação natural. 

-Uso da máscara é obrigatório até chegar no ambiente da piscina. 

-O cloro e PH da piscina estão tendo controle rigoroso e frequente. 

-A sauna úmida permanece fechada.


 

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